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25
Jan
10

Tomar uma?

“Tomar uma?”

Gelada?

Gelada?

Assim mesmo, um convite incompleto, mas de fácil compreensão.

E têm sido uma das frases mais usadas em meu vocabulário. Cada hora com amigos de um lugar diferente, veteranos, companheiros de sala, colegas de trabalho, antigos amigos do colégio, amigos de amigos, amigas de amigos, com os amigos, sem os amigos.

Não, eu não virei nenhum bebum ou mega-boêmio, não estou saindo loucamente e fazendo mil travessuras. Mas como, nas férias, todos os dias basicamente são muito parecidos, uma vez que meu trabalho de fim de semana desregula o relógio “biológico” dos rolês – e não tem facul (Dom’s ou Mineiro) para ocupar o horário da noite, decidi me jogar na rua e tomar uma. Fazendo umas coisas diferentes, com pessoas diferentes, e até xavecos diferentes (quando você sai com MITOS do xaveco, chegar em mulher é bem mais fácil, mas isso é outra conversa).

Mas mesmo quando você não sai para um lugar movimentado, vai só para qualquer boteco trocar uma ideia (sem acento, ê nova ortografia) com um amigo ou amiga, a diversão é garantida. Só tem um problema: o “tomar uma” nunca é só uma. Mesmo quando estão em poucas pessoas (eu e mais uma, no caso) – o gasto de pelo menos quatro vezes para cada um os geralmente R$4,50 de uma garrafa inicialmente pensados em gastar.

Mas também, vale muito o esforço, pois em uma semana eu falei de insetos à situação econômica à drogas pesadas, passando por futebol, Cásper, Carnaval, amigos, pais, família, viagens, bizarrices, cicatrizes, machucados, música, porres, irmãos, mulheres, vida de solteiro, vida de namorado, bebadices, ossos quebrados, brigas, gente estranha, curiosidades, reclamações, risadas, estatísticas estúpidas, remorso, relacionamentos bons, mais futebol, relacionamentos ruins, possível alvos, inimigos recentes, rolês, baladas, novos amigos, comentar a vida alheia, falar bem dos outros, falar mal dos outros, Big Brother, filmes, cervejas, sexo, manias e outros milhões de assuntos que eu nem lembro.

Então, como essa postagem não tem necessariamente uma conclusão, porque eu não consegui pensar em um jeito legal de fechá-la, vou apontar um aspecto negativo dessa farra toda: além do financeiro (“90% do meu dinheiro eu gasto em cerveja e mulher, o resto eu desperdiço”), o físico também sentiu. Em janeiro, prometi virar saudável e estou indo praticamente todos os dias de bicicleta para a academia. Chegando lá, eu pedalo na ergométrica (só pra conseguir pedalar e ler o jornal ao mesmo tempo), corro naquele transport de mulher velha (esteira dói), puxo ferro, suo, faço mil exercícios, dos quais 300 forçam meu ombro “inexistente” e quebrado, faço alongamento, saio de bike de novo e tal, e estou com três sessões de futebol semanais. Mas aí chego em casa, tomo banho e saio pra tomar uma, ou mesmo depois do fut, e aí todo o exercício físico vai embora. Bom, pelo menos eu compenso.

Futebol e breja. Compensa? Compensa!

Futebol e breja. Compensa? Compensa!

Enfim, portanto, encerro esta postagem (uma vez que pra você ler isso aqui é no mínimo meu amigo)com um convite:

“Tomar uma?

PS:: Eu sei que prometi uma postagem sobre minha “nova musa” e sobre a teoria das musas, mas fica pra próxima postagem. Ela ainda tá na cabeça, mas essa aqui era mais “temporal”, uma vez que a ideia da musa segue.

14
Dec
09

Números

Nasci em 89,

portanto tenho 20.

Sempre fui de números ímpares,

Adorava o 7, tive o 19 como favorito durante muito tempo

Fui campeão por duas vezes vestindo a 11.

Já tive 3 números de celular, inúmeros números de bancos, senhas, códigos, equações, datas.

Este próprio blog é 1,2,3 e uma brincadeirinha com o 4 alemão.

Mas meu número é mesmo o 12.

E eu só gosto de 1(a).

(E escr3vo ass1m c1fr4d0 p0rque  a1nda estou a c0loc4r as id3ias em ordem.)




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