Meu humor, meu momento, meus pensamentos, meus amores, meus amigos, minha vida.
Tudo variável.
É tudo uma montanha russa.

Com a diferença de que tem um maquinista, e não segue um traçado planejado.
Enorme, cheia de loopings, subidas devagares, drops imensos e perigosíssimos, curvas sem avisar, parafusos confusos, entradas em túneis que você quase não vê a luz no fim, spins, freios, speed-bursts, espirais. E o carrinho chega a descarrilhar do trilho algumas vezes.
Isso é ruim, porque eu nunca sei o que vai acontecer. Mas eu já tô acostumado. O problema é querer um mapa e um plano de estabilidade. Não dá. Não porque eu não quero, é que eu não consigo. E se de repente eu falo que tem uma subida à frente, e na verdade é uma descida de 90 graus?
Não é fácil, não é pra ser fácil.
Mas, olha lá, tudo tem algo bom.
Depois de um período de oscilações curtas, entrei num período de baixa total. Tentei resgatar num zap, mas as respostas do motor e o caminho tomado fizeram a montanha-russa descer a mil. Sem desacelerar nem um metro, outra idéia fez meu trajeto dar uma grande guinada. Pra cima. E speedin’-up! Só espero não quebrar a cara ou descarrilhar.
É, isso é bom.
Tô voltando pra ascendente.
Vamos ver o que acontece.