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03
Mar
10

Ilhado

“…cercado de sangue bom, como a água cerca a ilha”


- A frase acima é de uma música composta por sabe-deus-quem, mas que eu ouvi pela primeira vez saindo da boca de Marcelo D2. Méritos do artista à parte, uns gostam, outros não gostam, mas esta frase, e exatamente esta frase, resumiu exatamente o que eu senti no meu aniversário. E, além de tão-somente a data de meus cumpleaños e da festa, é o que eu venho experimentando recentemente, e estou adorando viver na minha própria pele. O raciocínio segue.

Ilhado assim mesmo, essa é a minha imagem dos meus 21

Pessoas de todos os cantos que eu conheço, da faculdade, do colégio, da família, dos trabalhos, agregados ou só amigos perdidos e achados em algum lugar, compartilhando cerveja e jogando papo fora. Honestamente, tudo que eu esperava e muito mais no meu aniversário de número 21.

Conforme disse no convite, elogiado por muitos pela criatividade e criticado por outros pelo tamanho (e nem recebido por alguns, e decerto não foi minha intenção), rolou muito papo, muita risada e grupos diferentes – por vezes interagindo entre si – conversando sobre diversos assuntos e, repetindo o Boça, uma “puta vibe gostosa, mêo”. Enfim, pra mim, que fiquei pipocando de pedaço de mesa em pedaço de mesa, de papo em papo e de grupo em grupo, foi extasiante. Até mesmo quem não pôde ir e avisou, antes, durante ou depois, parecia estar lá. E teve gente que foi e eu não lembrei, mas enfim, concluindo o pensamento, acho que já deu pra explicar o que “ilhado”, título deste post, significa.

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(Parte II desta postagem, bobagens curtas e sem nexo. Se quiser, pare por aqui.)

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Continente

Continente: A parte do “Ilhado”, título desta postagem, já foi mencionada e esta mensagem deveria ter terminado antes mesmo do parágrafo acima, e eu avisei. Mas eu irei aproveitar o espaço e seu tempo, já que, para estar lendo este  blog que nunca tem nenhum propósito, ou você é meu amigo demais pra não ler abaixo, ou você quer me derrubar e usar toda essa informação contra mim ou você não está fazendo nada, tem tempo pra descer a tela e está curioso demais para parar. Falando em parar, eu preciso parar de pensar em como entrar na cabeça de quem recebe a mensagem que eu estou emitindo (e isso é mais um assunto longo que eu posso te contar no bar, porque pra digitar tudo isso dá muitíssimo trabalho).

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Um brinde

Um brinde

Felicidade recente - Não quero – longe de mim – cantar de galo pra cima de ninguém, mas de um jeito muito esquisito 2010 (claro, sempre com algum revés aqui e ali) tem sido delicioso de viver. Estou, de um jeito possível, feliz e tranquilo. Deixei de ter alguns preceitos que tinha, ou literalmente rabugentices (mas sempre serei rabugento, por motivos que a ciência jamais poderá explicar), estou fazendo diversos novos amigos, retomando amizades que eu nem pensava que ocorreriam. Uma coisa que é engraçada, e isso pode ocorrer porque (ainda) estou em férias: todo dia eu acordo contente por ser eu mesmo. E isso é muito estranho, mas é legal pacas também. Não sei explicar, se quiser, pergunte.

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Quebra cabeças

Quebra cabeças

Quebra-cabeças e informação: Continuo resolvendo conflitos próprios e de outros nesta de ouvir aqui e acolá,  e também gather information (guarde estas duas palavras, uso elas de forma recorrente e não sei explicar em português), comecei a ligar os pontos por mim mesmo e descobrir novas facetas e versões de histórias, além de completar diversos quebra-cabeças e rir muito com isso. Mas essa parte é assunto para uma outra (bem longa e sem data prevista) postagem.

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Melhor descrição de "Curtíssimas"

Ah, curtíssimas

Curtíssimas: Meu TCC vai me matar, não quero mas aula e nem começamos o ano, aproveitei muito bem a cervejada,  há uma nova musa, ainda totalmente desconhecida,  com quem jamais troquei uma palavra e sem nenhum contato sequer. Só sei o primeiro nome, e vi na noite desta fria terça-feira dois de março. Ah, pra terminar, fecharam a porta do carro no meu dedinho, meu chuveiro novo parou de funcionar e já voltou e eu estou aproveitando minha última noite de férias neste exato momento que escrevo a postagem.

24
Dec
09

Amor

Venho por meio desta postagem me entregar e falar sobe meu novo-velho amor. Depois dela estar presente em um dos (diversos) natais da minha família, eu tenho que abrir meu coração e minha cabeça para o mundo, porque conter um amor desses não faz bem.

Já a conhecia e gostava dela há muito tempo, mas só agora parei pra pensar que não tem outra igual e é ela pra sempre.

Tenho que confessar: Mesmo quando eu estava namorando, nunca consegui esquecê-la. ou deixar de gostar dela.  Eu sei que isso é me expôr demais, mas é que é incontrolável, eu gosto muito dela pra ter segredos.

Para não deixá-los curiosos, vou começar a descrevê-la.

Ela é mais nova que eu. Tem 18. Muito amiga, um pouco maluca assim como todos nós, carinhosa. Às vezes fala alto e algumas coisas que não devia, mas geralmente tem coisas interessantes a dizer. Já viajou conosco diversas vezes, e sempre quer o melhor lugar do carro. É filha de uma amiga da família, então sempre fomos próximos até irmos nos conhecendo melhor.

Adora a natureza, gosta de fazer trilhas e viajar, mas tem um pouco de medo de pessoas estranhas, trovões e rojões, pois (assim como a minha mãe) tem ouvidos sensíveis. Falando em mãe, ela gosta muito da minha família toda, e isso pra mim é um fator determinante para o nosso novo-velho relacionamento.

Unhas sempre bem-cuidadas, cabelo sempre lavado e escovado, sempre impecável, praticamente uma metrossexual. Mas também é muito flexível, e não fica de frescurite quando é pra se sujar. Para comer, também não tem muita frescura, embora tenha um apreço especial por frango.

Muito amiga, sempre me escutou e me deu conselhos importantes em qualquer aspecto que eu conversasse com ela, independente de eu estar feliz ou triste. Até mesmo segurou a bronca diversas vezes quando eu estava puto e chutando tudo.

E ela tem um charme especial que a difere de todos nós. Muita gente pode achar estranho, mas essa garota tem cabelos grisalhos em boa parte do couro cabeludo. É mais branco que o da minha avó, mas em vez de achar isso estranho, eu gostei muito.

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O nome dela é LOBA.

Vê se dá pra resistir?

Vê se dá pra resistir?

É sério.

Não tem pessoa, bicho ou planta que eu goste mais do que essa cachorra.

Ontem eu estava morrendo de sono e fui ver um filme pra dormir, às 10 horas da noite. Mas aí liguei no “Marley e eu”, e quem disse que eu consegui dormir? Foi o terceiro filme da história que me fez chorar (a final do Mundial de Clubes contra o Liverpool é o #1, Forrest Gump é o #2) e assistir até o final.

Relacionamentos com cachorros são muito mais sinceros do que qualquer um com outro ser humano.

“Para um cão,você não precisa de carrões,de grandes casas ou roupas de marca. Símbolos de status não significavam nada para ele. Um graveto já está ótimo. Um cachorro não se importa se você é rico ou pobre, inteligente ou idiota, esperto ou burro. Um cão não julga os outros por sua cor, credo ou classe, mas por quem são por dentro. Dê seu coração a ele, e ele lhe dara o dele. É realmente muito simples, mas, mesmo assim, nós humanos, tão mais sábios e sofisticados, sempre tivemos problemas para descobrir o que realmente importa ou não. De quantas pessoas você pode falar isso? Quantas pessoas fazem você se sentir raro, puro e especial? Quantas pessoas fazem você se sentir extraordinário?”
- última frase do filme e do livro Marley e eu.




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