“…cercado de sangue bom, como a água cerca a ilha”
- A frase acima é de uma música composta por sabe-deus-quem, mas que eu ouvi pela primeira vez saindo da boca de Marcelo D2. Méritos do artista à parte, uns gostam, outros não gostam, mas esta frase, e exatamente esta frase, resumiu exatamente o que eu senti no meu aniversário. E, além de tão-somente a data de meus cumpleaños e da festa, é o que eu venho experimentando recentemente, e estou adorando viver na minha própria pele. O raciocínio segue.
Ilhado assim mesmo, essa é a minha imagem dos meus 21
Pessoas de todos os cantos que eu conheço, da faculdade, do colégio, da família, dos trabalhos, agregados ou só amigos perdidos e achados em algum lugar, compartilhando cerveja e jogando papo fora. Honestamente, tudo que eu esperava e muito mais no meu aniversário de número 21.
Conforme disse no convite, elogiado por muitos pela criatividade e criticado por outros pelo tamanho (e nem recebido por alguns, e decerto não foi minha intenção), rolou muito papo, muita risada e grupos diferentes – por vezes interagindo entre si – conversando sobre diversos assuntos e, repetindo o Boça, uma “puta vibe gostosa, mêo”. Enfim, pra mim, que fiquei pipocando de pedaço de mesa em pedaço de mesa, de papo em papo e de grupo em grupo, foi extasiante. Até mesmo quem não pôde ir e avisou, antes, durante ou depois, parecia estar lá. E teve gente que foi e eu não lembrei, mas enfim, concluindo o pensamento, acho que já deu pra explicar o que “ilhado”, título deste post, significa.
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(Parte II desta postagem, bobagens curtas e sem nexo. Se quiser, pare por aqui.)
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Continente
Continente: A parte do “Ilhado”, título desta postagem, já foi mencionada e esta mensagem deveria ter terminado antes mesmo do parágrafo acima, e eu avisei. Mas eu irei aproveitar o espaço e seu tempo, já que, para estar lendo este blog que nunca tem nenhum propósito, ou você é meu amigo demais pra não ler abaixo, ou você quer me derrubar e usar toda essa informação contra mim ou você não está fazendo nada, tem tempo pra descer a tela e está curioso demais para parar. Falando em parar, eu preciso parar de pensar em como entrar na cabeça de quem recebe a mensagem que eu estou emitindo (e isso é mais um assunto longo que eu posso te contar no bar, porque pra digitar tudo isso dá muitíssimo trabalho).
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Um brinde
Felicidade recente - Não quero – longe de mim – cantar de galo pra cima de ninguém, mas de um jeito muito esquisito 2010 (claro, sempre com algum revés aqui e ali) tem sido delicioso de viver. Estou, de um jeito possível, feliz e tranquilo. Deixei de ter alguns preceitos que tinha, ou literalmente rabugentices (mas sempre serei rabugento, por motivos que a ciência jamais poderá explicar), estou fazendo diversos novos amigos, retomando amizades que eu nem pensava que ocorreriam. Uma coisa que é engraçada, e isso pode ocorrer porque (ainda) estou em férias: todo dia eu acordo contente por ser eu mesmo. E isso é muito estranho, mas é legal pacas também. Não sei explicar, se quiser, pergunte.
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Quebra cabeças
Quebra-cabeças e informação: Continuo resolvendo conflitos próprios e de outros nesta de ouvir aqui e acolá, e também gather information (guarde estas duas palavras, uso elas de forma recorrente e não sei explicar em português), comecei a ligar os pontos por mim mesmo e descobrir novas facetas e versões de histórias, além de completar diversos quebra-cabeças e rir muito com isso. Mas essa parte é assunto para uma outra (bem longa e sem data prevista) postagem.
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Ah, curtíssimas
Curtíssimas: Meu TCC vai me matar, não quero mas aula e nem começamos o ano, aproveitei muito bem a cervejada, há uma nova musa, ainda totalmente desconhecida, com quem jamais troquei uma palavra e sem nenhum contato sequer. Só sei o primeiro nome, e vi na noite desta fria terça-feira dois de março. Ah, pra terminar, fecharam a porta do carro no meu dedinho, meu chuveiro novo parou de funcionar e já voltou e eu estou aproveitando minha última noite de férias neste exato momento que escrevo a postagem.
