OK, tendo em vista que eu já arrumei o meu chuveiro, preciso dar notícias respondendo às questões e exigências da minha última postagem, em que eu coloquei algumas metas e lembretes a serem cumpridos. Então, se prepara, porque hoje a postagem vai ser longa, densa e abordar um monte de assuntos, alguns superficialmente, outros não.

Bright side of life: Já consegui o chuveiro!
A instalação do meu novo chuveiro, que também não é nada de mais, é elétrico e tem a “boca” (por onde sai água) mais ou menos com 1/3 do anterior, é um marco na minha vida. Não, na verdade, não significa nada além de um bom banho quente e é só um gancho pra esta postagem.
Então, vamos responder, de forma curta, pois hoje está faltando paciência e sobrando sono, aos tópicos da ementa da última reunião. Vamos aos lembretes:
Instalar o chuveiro – SUCESSO!
Dormir cedo - FALHEI MISERAVELMENTE. Todos os dias deste tal postagem, tenho dormido tarde e muitas vezes acordado cedo, com destaque para o dia em que cheguei às cinco e entrei no trabalho às nove.
Gather some information - SUCESSO PARCIAL. Consegui angariar mais informação e adicionar alguns pontos a mais ao meu arquivo, mas as informações não foram relativamente boas para este caso. Às vezes, pensando aqui com os meus botões, acho que teria sido um pouco melhor para mim e para a minha mira que estas informações fossem diferentes. Mas agora é só trabalhar e quem sabe usar a informação a meu favor. Ou largar o osso.
Agora, as postagens que eu estava devendo também serão feitas, mas também em uma escala de miniatura, pois alguns assuntos já são velhos e eu não lembro mais a ideia tão genial que eu tive pra lembrar (e esquecer) de postar. OK então, vamos às postagens versão Mini Cooper.
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Carnaval é só um feriado
Carnaval: Essa é a mais curta de todas as postagens. É que eu precisava falar de Carnaval porque estou de plantão neste grande feriado do Samba, que pra mim não serve para quase nada.
Não que eu não goste do Carnaval, na verdade eu adoro. Especialmente quando eu folgo. É que eu não gosto desse auê todo de escolas de samba, carros alegóricos, avenida, essa retinha que você precisa percorrer em uma hora vestindo um monte de fantasia e num carro que mais parece o Megazord do Power Rangers. Aí, vem a apuração das notas dos desfiles, e a cada 9,9 é como um negócio mega meia boca.
Desculpem-me os brasileiraços de coração e que acham que Carnaval é a maior coisa no universo, mas não me faz pirar. Além disso, meu sangue gringo aflora com muita força sempre que eu penso em chegar perto de sambar, e esse feriado pra mim é bom porque sempre me lembra que meu aniversário está próximo.
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Musas:

- Tá bom, você é musa sempre.
Sim, musas. Aquelas que inspiram e fazem suspirar. Normalmente distantes e inatingíveis. A Loba segue sendo sempre meu maior amor. No entanto, desde há muito tempo atrás, minha vida tem sempre escolhido algumas musas. Por motivos randômicos ou nem tanto, geralmente “nem tanto”, escolho uma pessoa do sexo oposto por qual obviamente tenho atração e ponho na minha cabeça como musa.
Isso quer dizer que eu vou fazer de tudo para ficar com essa mulher e me desesperar por isso? Não. Nem a pau. MAAS, claro, você vai vendo o que acontece, e caso tenha uma abertura, aproveita. Ou então, você já pode estar com a sua musa e ela nem por isso perde sua majestade, e isso é algo realizador.
Mas recentemente, o meu conceito de musa ficou meio deturpado e o tal alvo foi escandalosamente aberto ao público. Com isso, apesar do apelido ser extremamente bacana, o conceito e a ideia perdem seu valor inicial. Atualmente, a palavra “musa” tem muito mais a ver com um apelido que tal (is) pessoa (s) homenageada(s) ainda não sabe(m) (na verdade sabem, mas não deveriam saber) que tem do que na verdade com essa tal farra psicológica e piada interna solitária que eu acabei de descrever.
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Ill Communication
Ill Communication – Esse é o nome de um CD dos Beastie Boys que ilustra exatamente o tema desta micro-postagem. Ela também poderia se chamar “Ô Adriano, tá me ouvindo?”, mas eu não achei nenhuma foto tão legal disso a não ser esta. Enfim, vamos ao que tenho que falar.
Nos últimos tempos, pra não dizer desde os primórdios, existem falhas de comunicação na humanidade. Pessoalmente, eu sou ótimo nisso, em entender errado as coisas e dizer qualquer coisa que possa ser interpretada de um jeito errado. Mas sempre acontece com todo mundo, ninguém é à prova disso. E isso gera briga, discórdia, mal-entendidos, separação, e especialmente no meu caso, gastrite.
Então, reproduzo as perguntas que surgem na sua cabeça e respondo automaticamente: E daí? E daí que isso pode ser evitado. Como? Chame a pessoa com quem você está tendo esse desconfortável imbróglio, peça uma água (ou uma cerveja, ou um café, ou sei lá), sente num lugar razoavelmente calmo e converse. Hã? Isso, converse com a pessoa abertamente e sem vergonha de tocar no assunto, não se irrite, não aumente o tom de voz, escute o que o outro tem a falar.
É possível? Sim. Caso você se sinta mal, tome água. Afinal, não foi por nada que eu incluí isso na lista do que fazer. Isso adianta? Eu acho que realmente resolve, não importa se você está discutindo uma relação amorosa, uma amizade ou negociando um carro, a compreensão mútua é extremamente necessária.
O que evitar? Decidir e discutir via twitter, orkut, facebook, myspace, MSN, Gtalk, ICQ, AOL, e-mail, até telefone ou qualquer outro meio de comunicação que não seja ao vivo. Frente a frente com o outro elemento, você compreende exatamente o que ele quer dizer (caso contrário você pergunta) e sabe exatamente como ele está reagindo às suas palavras, tanto observando o que o outro diz quanto a linguagem corporal, respiração, tom de voz. Além disso, você tem o poder do tato, do toque, o que pode potencializar em mil vezes o que você quer dizer, seja com um aperto de mão, um carinho, um beijo, um abraço ou um soco no nariz.
Então você é o guru? Não, nem perto disso, aliás, muito longe. Resolvi alguns conflitos meus e de terceiros nessas semanas, mas estou longe de saber qualquer coisa ou de entender isso, até porque eu sou teimoso e rabugento demais. Às vezes, eu acho que sou muito bom nesse negócio de resolver e ajeitar relações interpessoais, mas com uma exceção: toda e qualquer relação que tenha a ver comigo.